Sempre quando ela se cansa do mundo faz a mesma coisa. Põe a velha cadeira de balanço na varanda, senta e observa o tempo. Poderia estar chovendo, caindo um temporal, mas ela não se importava. Na verdade até se sentia melhor quando chovia. Era como se o tempo mudasse de acordo com o seu humor. E assim como ela, o céu poderia estar nublado e poderia estar chovendo, mas sempre haverá um espaço em que o céu estará azul em toda essa imensidão cinza. A parte azul do céu, para ela talvez seria seu amor por aquele garoto, pois seu humor poderia mudar mas ela sempre sentiria o mesmo por ele e isso talvez nunca mude [...]